sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Maranhão pula da nota ‘C’, no governo Roseana, para ‘B’, com Flávio Dino, em equilíbrio fiscal

O Maranhão foi um dos poucos estados brasileiros que conseguiu crescer, de 2014 até 2017, na nota de capacidade de pagamento de Estados. O relatório, do Tesouro Nacional, combina três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. Em 2014, último ano da gestão Roseana Sarney, o Maranhão possuía nota ‘C’. De 2015 até 2017 – já na gestão Flávio Dino – aumentou e manteve a nota ‘B’.

De acordo com o cálculo da Capacidade de Pagamento (CAPAG), os conceitos A e B indicam boa situação fiscal, enquanto os conceitos C e D sinalizam o contrário. Poucos foram os estados que conseguiram, nesses últimos anos de aguda crise econômica fiscal, aumentar a nota, segundo os dados do Tesouro Nacional, entre eles o Maranhão.

Esse crescimento é decorrente da boa gestão administrativa e fiscal que o Maranhão tem sob o comando do governador Flávio Dino. E é atestado por outros órgãos, como a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), que também reconheceu o Maranhão como a segunda melhor situação fiscal do país.

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