quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Hernando Macedo queira ou não, em Dom Pedro haverá sim novas eleições.

Logo após proclamado o resultado da eleição do último domingo 02/10 pelo TSE, onde aparece levando uma senhora taca dos votos, por enquanto nulos de Alexandre Costa, o prefeito de Dom Pedro e candidato à reeleição Hernando Macedo (PC do B) não tem feito outra coisa, a não ser tentar de todas as formas, passar para o seu eleitor e para a opinião publica, que o pleito já está decido e que ele é, de fato, o prefeito eleito. O que não é verdade.
O comunista já apareceu em redes sociais ao lado da família agradecendo pela vitória, tirou fotografias ao lado do governador Flávio Dino e de seu lugar tenente Márcio Jerry e publicou fazendo planos para o novo mandato e até escalou o competente advogado Marco Aurélio para invadir as mídias sociais escrevendo teses que lhe são favoráveis.
Tudo com um único objetivo: o de acalmar os aliados e a militância para a decisão que virá do próprio TSE nos próximos dias. Indeferido o Registro de Candidatura de Alexandre Costa, haverá a realização de uma nova eleição em Dom Pedro. Se o registro for deferido, AC é o prefeito eleito. Isto é fato, e Marco Aurélio sabe disso.
O que existe, é uma decisão monocrática de apenas um ministro, diga-se de passagem, proferida em tempo assustadoramente recorde, indeferindo o registro de Alexandre, o que não torna seus votos definitivamente nulos e nem tampouco proclama Hernando Macêdo o vencedor. Isto é fato.
O Blog ouviu o advogado Ilan Kelson especialista em direito eleitoral: “Dos três casos, Dom Pedro, Bacabal e Bacuri onde os votos dados aos candidatos foram temporariamente anulados, apenas em Dom Pedro já está decidido que haverá nova eleição, porque Alexandre Costa teve mais de 50% dos votos, isto se for confirmado o indeferimento do registro de sua candidatura”, afirma Ilan Kelson.
O que diz o Código Eleitoral
Veja o que diz o Artigo 224 do Código Eleitoral: “Se a nulidade atingir mais de metade dos votos do país nas eleições presidenciais, do Estado nas eleições Federais e Estaduais ou do MUNICÍPIO NAS ELEIÇÕES MUNICIPAIS, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará NOVA ELEIÇÃO dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias.
Fonte - Adonias Soares

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