quinta-feira, 2 de junho de 2016

Nota oficial confirma pássaro traficante em Pedrinhas

Um pássaro, que se assemelha a um pombo, foi interceptado na madrugada de hoje no CDP de Pedrinhas. Detalhe curioso: ele transportava nas patinhas drogas, como cocaína. A ave estava caracterizada com o nome de PCC.
Na foto, é possível olhar a logomarca dos Brasões do Grupo Operacional de Policia do Maranhão e do Grupo Especial de Operações Penitenciárias. A informação foi dada em primeira mão pelo fan page Plantão Policial, do Piaui, com cobertura em todo o Nordeste.

Em nota oficial, a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) confirmou o fato e lembrou que a ave veio de fora pra dentro, o que é óbvio. A ave foi localizada no pátio quando já se aproximava para as celas onde estão presos membros do Primeiro Comando do Maranhão (PCM). A SEAP solicitou da Polícia Judiciária que apure a procedência do pássaro, que foi solto na mesma noite e ganhou o ar.
Mas o que chama a atenção na ave é a inscrição no peito dela com o número 1533, que faz menção ao estatuto do PCC, que regula o comportamento de cada membro da facção, dentro ou fora dos presídios. Além disso, no peito, vem o nome PCC – Até a Morte.
Isto significa que a facção pode ter chegado ao Maranhão para aqui se instalar e temer o poder e pontos do Bande dos 40 e do PCM. O PCC (Primeiro Comando da Capital), é uma facção paulista que nasceu e virou dissidente do Comando Vermelho. Eita Maranhão sem sorte!
Vejam abaixo a nota oficial da SEAP:
Veja a NOTA
A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP) informa que foi capturado, na noite desta quarta-feira (1º), nas dependências do pátio interno da Unidade Prisional de Ressocialização (UPR) São Luís 6 (antigo CDP) de Pedrinhas, um pássaro que portava em uma das patas, um papelote de substância semelhante à maconha. A Supervisão de Segurança Interna (SSI) encaminhou o material apreendido para o Instituto de Criminalística (Icrim) para que sejam feitos os exames toxicológicos de praxe; e comunicou a ocorrência à polícia judiciária para que apure a procedência da ave e, consequentemente, a autoria do ato criminoso, praticado fora dos muros do complexo carcerário.

Fonte - Luis Cardoso

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