quinta-feira, 10 de março de 2016

Ministério Publico de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo que investiga a suspeita de crimes de lavagem de dinheiro e falsidade ideológica relacionados ao tríplex 164-A do Edifício Solaris, no Guarujá.
Além de Lula, os promotores pediram a prisão do ex-presidente da OAS, José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, do ex-presidente da Bancoop, João Vaccari Neto, e de outras quatro pessoas investigadas na ação da Bancoop.

Nesta quinta-feira, os autores da denúncia contra Lula negaram em entrevista coletiva que o oferecimento da denúncia tenha motivação política. Lula foi denunciado por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Caso haja condenação, as penas para os dois crimes somadas variam de 4 a 13 anos de prisão.

O pedido de prisão preventiva do ex-presidente Lula foi fortemente criticado por deputados petistas, que chamaram os promotores de "irresponsáveis" e os acusaram de ter motivações "claramente ideológicas e políticas".
Para o deputado Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Rio e um dos maiores defensores de Lula na Câmara, o pedido é inepto e há uma disputa entre Cássio Conserino, de São Paulo, e o juiz Sérgio Moro, de Curitiba "pelos holofotes".
— É um irresponsável, um pedido inepto, tenho convicção de que não vai ser levado em consideração pelo juiz. A motivação política é evidente, existe uma disputa entre esse rapaz e o de Curitiba, uma disputa pelos holofotes — criticou Damous.

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