quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Teresina é capital mais desenvolvida do Nordeste, segundo dados da Firjan

Do G1 Piauí.
Teresina é a capital mais desenvolvida do Nordeste (Foto: Catarina Costa/G1)
Teresina é a capital mais desenvolvida do Nordeste e a 12ª do Brasil, segundo pesquisa da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). O Índice de Desenvolvimento Municipal (IFDM) considerou indicadores nas áreas de educação, saúde, emprego e renda, tendo como base os dados consolidados de 2013.

Para a pesquisa foi analisado o nível de desenvolvimento econômico dos mais de 5 mil municípios brasileiros. O índice varia de 0 a 1 e, quanto mais próximo de 1, melhor é o desenvolvimento da cidade.

Na avaliação geral, Teresina obteve nota 0,7813. Na área da saúde, a nota da capital piauiense ficou com 0.7814. A educação obteve 0,7816 e, no quesito emprego e renda atingiu 0,7809. Tais resultados significa que a capital teve um desenvolvimento moderado em todos os pontos analisados.

Pesquisa

A Firjan calcula o índice de educação pelo número de matrículas no ensino infantil, a média de aulas diárias e o resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) no ensino fundamental. Em 2014, por exemplo, Teresina obteve a maior nota entre as capitais nordestinas.

Nas séries iniciais, 4ª e 5ª, a cidade obteve nota 5, superando a meta estipulada pelo Ideb, que é de 4,9. Outro ponto destacado na educação de Teresina é o número de crianças matriculadas nas séries iniciais. Em 2015, foram 17 mil alunos no ensino fundamental, fazendo com que Teresina cumprisse, antecipadamente, a meta 1 do Plano Nacional de Educação.

Quanto à saúde, o índice é calculado com base no número de consultas pré-natal, óbitos por causas mal definidas, óbitos infantis por causas evitáveis e número de internações sensíveis à atenção básica (ISAB). Em 2015, por exemplo, foram agendados 1 milhão, 815 mil e 554 consultas, exames e cirurgias ambulatoriais por meio do sistema de marcação Gestor Saúde.

Quanto ao índice emprego e renda, o índice leva em conta o quanto a cidade gera de empregos formais, sua capacidade de absorver a mão de obra local, quanto de renda formal é gerada, os salários médios e a desigualdade social. Em Teresina, durante o ano de 2015, foram criados com 5.928 postos de trabalho, sendo 4.253 através das empresas de Call Center.

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