quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Maranhão tem cerca de mil escolas feitas de taipa

Cerca de 50 mil estudantes maranhenses vão começar o ano letivo enfrentando um duro cenário: estudar em escolas de taipa, sem o mínimo conforto. Existem pelo menos mil unidades assim no estado: com paredes de madeira e barro e com telhados improvisados com palha.
A professora Janice Nerí, secretária do Sindicato dos Professores do Maranhão condena a existência dessas escolas. Para a professora, essas estruturas prejudicam o rendimento escolar, além de oferecer danos à saúde de professores e alunos.
Quando assumiu o governo do Maranhão, em janeiro do ano passado, Flávio Dino prometeu eliminar todas as escolas de taipa, palhoças ou barracões existentes no estado, até 2018. A promessa começaria logo no primeiro ano de mandato. Seriam 30 escolas a partir do segundo semestre do ano passado, mas até agora, nenhuma foi concluída.
A secretária de saúde do estado, Áurea Prazeres, promete finalizar cerca de 300 escolas de alvenaria ainda neste ano. A secretaria estima um investimento de cerca de R$100 milhões para a primeira fase do programa de construção das escolas.

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