quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Maranhão paga em dia e dá exemplo de como enfrentar a crise sem penalizar servidores

Com o pagamento da segunda parcela do 13º salário dos servidores nesta sexta-feira, dia 18, o governo Flávio Dino distingue mais uma vez o Maranhão, como um dos poucos estados, que enfrenta a crise econômica sem prejudicar o funcionalismo com atrasos e parcelamentos de salários, e a extinção de benefícios, como a licença-prêmio.
Nesta quarta-feira, o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão anunciou que deve parcelar o pagamento do 13º salário em cinco vezes.
O governo do Rio, um dos estados mais ricos do País, já teve que parcelar o pagamento do salário do mês de dezembro, ocorrido no dia 2 somente para quem recebia até R$ 2 mil.
Os salários acima deste valor foram divididos em duas vezes, sendo a última parcela honrada no dia 9 de dezembro, por graças a uma empresa que antecipou o pagamento de ICMS ao estado.
Dois outros estados, Rio Grande do Sul e Sergipe também anunciaram que só pagarão o décimo em 2016 e de maneira parcelada durante todo o ano.
Para completar o saco de maldade, governadores de ao menos cinco estados planejam cortar benefícios dos servidores, como a licença-prêmio (três meses de licença remunerada a cada cinco anos de serviço).
Na Bahia, o governador Rui Costa (PT) enviou ao Legislativo projeto que extingue a licença-prêmio, medida que também está nos planos dos governos de Santa Catarina e de Goiás.
No Espírito Santo, o governador Paulo Hartung (PMDB) suspendeu o abono natalino. O benefício, de R$ 500 por servidor, foi criado pelo próprio peemedebista, em 2005, em seu primeiro mandato.
O Maranhão, que antes só ocupava as páginas nacionais com notícias negativas e sua liderança no ranking da pobreza, dá exemplos de gestão ocupando o primeiro lugar em transparência e pagando em dia salários e benefícios dos seus servidores.
E o que é mais interessante, investiu em 2015 mais de meio bilhão de reais na valorização do funcionalismo, realizou seletivos e anunciou concursos públicos; em uma clara demonstração de que é possível enfrentar uma crise econômica de tal proporção sem penalizar os trabalhadores.
Tudo é uma questão de opção. Por Garrone

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